segunda-feira, 7 de novembro de 2011

I hate the world today,,,

Acordei mudada, mudando...
Mudei meus planos, quero coisas novas, planos novos, coisas novas.
Nada do que antes vesti me serve mais, nada do que antes sonhei serve mais. Já nem sei mais o que quero bem e, ao mesmo tempo, não sei o que não quero mais.
E se nada servir, que saía o velho e entre o novo e como diria Dany "se olhar para trás estou perdida"...

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Decepção

Sei lá, é assim que eu me sinto hoje, como uma grande decepção... Cansei de correr e não chegar a lugar nenhum, cansei de tentar e nada conseguir alcançar...
Quando Pandora abriu a caixa o último mal a sair foi a esperança, acho que esta já saiu e já se foi embora, junto com meus sonhos, junto com tudo aquilo que eu busco...

quarta-feira, 11 de maio de 2011

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A dignidade da pessoa humana...

A dignidade da pessoa humana

por Fernanda Lima, segunda, 9 de maio de 2011 às 10:12
Minha mãe é professora na faculdade de medicina FAMERP e ontem conversando sobre um problema que estamos tendo com um professor de direito, ela me contou uma história, que me levou a seguinte reflexão (por mim mesma): a forma como tratamos nossos semelhantes diz muito sobre nosso caráter, um dia também seremos idosos e será que gosteremos de ser considerados inúteis pela sociedade?
Enfim, é a história de dois professores com a mesma especialidade, um deles com mais ou menos 40 anos de idade, carreira consolidada, o outro com mais ou menos 80 anos, já incapaz de praticar a docência e que, então foi afastado da sala de aula mas q ainda passava visitas no hospital, e medicava os pacientes. Contudo, estava prescrevendo remédios que eram recomendados na década de 50.
O outro médico da mesma especialidade, mais jovem, também professor na Faculdade de Medicina, sabendo disto, de maneira, a preservar o colega de profissão, que no passado havia sido brilhante, deixava as guias preparadas de modo que o senhor apenas as assinava, e substituia as receitas que continham os medicamentos e tratamentos retrógrados, por medicamentos atuais, e assim fazia com que este senhor de mais ou menos 80 anos não se sentisse um completo inútil para a sociedade, como se após tantos anos servindo, trabalhando, lecionando, e exercendo uma profissão, na velhice estivesse pronto para simplesmente morrer.
Para mim, este é um exemplo de preservar a dignidade da pessoa humana que se fala na constituição... pois fácil é escrever o BOMBRIL que é este princípio nas petições difícil é entender seu real significado 

Escrevi isso para ficar no Facebook, mas gostei do texto e resolvi colocar no meu blog também...


Mais um comentário: Engenheiros são as pessoas que batem de frente, esperneiam, brigam, advogados são aqueles que dominam a retórica, o diálogo, a arte do embromation. (By Lucilia Lima)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Tempo...
É engraçado como o tempo passa, a própria noção do tempo em si acaba sendo um pouco engraçada...
Passado, presente, futuro...
Alguém certa vez escreveu sobre o inexorável passar do tempo, não lembro nem o que, na verdade de tudo o que a pessoa escrever só lembro essa frase mesmo... mas sei lá... Realmente o tempo irá passar, mas acho que o mais importante é o que fazemos dele.
O engraçado é que algumas coisas que nos pareciam certeza no passado, nos parecem incertas no futuro e sei lá, se alguém souber do futuro, será que elas por um acaso se concretizam?

quarta-feira, 30 de março de 2011

Não sei porque, mas gosto dessa música...
 
Mil Acasos

Mil acasos me levam a você
O sábado, o signo, o carnaval

Mil acasos me tomam pela mão
A feira, o feriado nacional
Mil acasos me levam a perder
O senso, o ritmo habitual

Mil acasos me levam a você
No início, no meio ou no final
Me levam a você
De um jeito desigual

Mil acasos apontam a direção
Desvios de rota é tão normal
Mil acasos me levam a você
No mundo concreto ou virtual

Me levam a você
De um jeito desigual
Quem sabe, então, por um acaso
Perdido no tempo ou no espaço
Seus passos queiram se juntar aos meus
Seus braços queiram se juntar aos meus

Mil acasos me levam a você
No ínicio no meio ou no final
Mil acasos me levam por aí
Na espuma do tempo, no temporal
Mil acasos me dizem o que sou
Ateu praticante, ocidental
Me levam a você
De um jeito desigual
Quem sabe, então, por um acaso
Perdido no tempo ou no espaço
Seus passos queiram se juntar aos meus
Seus braços queiram se juntar aos meus

 É assim que eu me sinto....parte do tempo pelo menos
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Eis o meu desabafo acadêmico...
Eu ainda prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.

sexta-feira, 25 de março de 2011

O mundo das abelhas...

"_Já reparou, Emilia, como é bem arrumado este reino? Uma verdadeira maravilha de ordem, economia e inteligência!(...) O que admiro é como as abelhas sabem aproveitar de modo que a colmeia funcione como se fosse um relógio. Ah, se no nosso reino também fosse assim... Aqui não há pobres nem ricos. Não se vê aleijado, um cego, um tuberculoso. Todos trabalham felizes e contentes.
(...)
_E quem manda aqui? Quem é o delegado?_perguntou Emilia.
_Ninguém manda - e é isso o mais curioso. Ninguém manda e todos obedecem.
_Não pode ser! - exclamou a boneca. Quem manda há de ser a rainha. Vou perguntar. - e chamou uma abelha que ia passando. 'Faça o favor, senhora abelhinha, de nos dar uma informação. Quem afinal de contas, que manda neste reino? A rainha?'
_Não senhora! - respondeu a abelha. Nós não temos governo, porque não precisamos de governo. Cada qual nasce com o governo dentro de si, sabendo perfeitamente o que deve e o que não deve fazer. Nesse ponto somos perfeitas."
(Reinações de Narizinho - Monteiro Lobato)


Me pego com o mesmo pensamento de Narizinho, que pena que nós humanos não somos como as abelhas.